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Chega de madeira ilegal
Na primeira fase da campanha Chega de Madeira Ilegal, o Greenpeace mostrou que fraudes em planos de manejo permitem que a madeira extraída sem autorização seja vendida nos mercados nacional e internacional como se tivesse origem legal. A investigação revelou que o descontrole no setor é tão grande que nem o documento oficial é capaz de garantir a origem legal da madeira, que destrói a floresta e está ligada à violência no campo.

Enquanto o governo brasileiro pouco faz sobre o assunto, os polos madeireiros na Amazônia prosperam cada vez mais e a falta de fiscalização permite que a madeira seja retirada facilmente de áreas sem autorização. O trânsito de caminhões carregados de toras trazidas de áreas sem manejo florestal até as serrarias que processam a madeira é completamente livre. São centenas deles circulando ao longo das principais vias de acesso na região.
Como a amazônia perde de lavada
no jogo do desmatamento

O rastreio

Para expor essa situação, o Greenpeace monitorou as rotas percorridas por caminhões saindo da floresta onde ocorre o corte ilegal de madeira até o pátio das serrarias para descarregar as toras. Foram instalados rastreadores monitorados por satélite em caminhões que fazem o transporte retirando a madeira dos municípios de Placas e Uruará e descarregando em Santarém, no Pará, estado que é o maior produtor de toras de madeira da Amazônia. A malha de estradas da região da porção central da rodovia transamazônica (BR-230), BR-163, PA-370 (trans Curuá-Una) e PA-371 (trans Uruará) foram os locais escolhidos para o rastreamento dos caminhões.

Como funciona: Os rastreadores utilizados emitem sinais de localização com frequência em minutos e o monitoramento é feito em tempo real. Da tela de um computador com acesso à internet foi acompanhada a movimentação de alguns caminhões, e todo o seu trajeto foi registrado em relação a sua posição geográfica, data e horário.

A rota de dois caminhões

Foram acompanhadas as rotinas de dois caminhões entre o final de agosto e início de setembro de 2014. O Greenpeace comprovou que todos os locais onde foram carregadas as toras dentro da floresta não possuíam registro de CAR (Cadastro Ambiental Rural), nem plano de manejo licenciado pela Secretaria do Meio Ambiente do Pará (SEMA-PA). Ou seja, os locais onde foram realizadas as operações de carregamento das toras na floresta pelos dois caminhões não possuíam qualquer tipo de licenciamento, o que caracteriza o crime de extração ilegal de madeira. Estas áreas são terras públicas da União sem destinação e ou qualquer autorização para exploração.

Os caminhões começam a trafegar vazios no período da tarde para entrar dentro da floresta para serem carregados. Aguardam a caída da noite para iniciar o envio da carga de toras até o pátio das serrarias na madrugada. Os caminhoneiros trocam o dia pela noite, pois sabem que nesta hora a chance de ter fiscalização é bem menor.

compradores

Entre 2008 e 2013, a Rainbow Trading exportou madeira da Amazônia com empresas de Alemanha, Bélgica, China, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Itália, Japão e Reino Unido.
Em 2014, entre Janeiro e Agosto, a Rainbow negociou com companhias de Portugal, Bélgica, Suécia, França e Holanda.

ACOMPANHE

Com o histórico das rotas realizadas durante o rastreamento dos caminhões 1 e 2, conseguimos montar o quebra-cabeças e estabelecer os vínculos de uma cadeia suja de exploração, processamento e comércio de madeira que opera livremente na região.

VEJA detalhes CLICANDO NO MAPA
Caminhão 1
Marca: Mercedez Benz
Modelo: Axor 2831 6x4
Ano de fabricação: 2011/2012
Cor: branca
Registrado em: Santarém-PA
Placa Veículo: OCA-4058
Caminhão 2
Marca: Mercedez Benz
Modelo: Axor 2831 6x4
Ano de fabricação: 2011/2011
Cor: branca
Registrado em: Uruará-PA
Placa Veículo: NTC-2321
OBS: Até o dia 11 de setembro, o caminhão 2 realizou uma rotina com diversas viagens entre a Sabugy Madeiras, em Santarém, pontos de retirada de madeira ilegal e a Serraria Odani.
Carregamento no pátio da Serraria Comercial de Madeiras
Odani Ltda.
01/set/2014
às 18h07
Extração ilegal de madeira: Projetos de Assentamento do INCRA Mojú I e II
01/set/2014 às 15h38
Serviço de travessia de balsa que opera 24h por dia: aqui são feitas em média 80 travessias de caminhões por noite.
Descarregamento na empresa Rainbow Trading Importação e Exploração Ltda.
30/ago/2014 às 00h40
Partida do caminhão vazio da rodovia PA-370 (Comunidade Boa Esperança)
29/ago/2014 às 9h27
Caminhão aguarda o carregamento em área de extração ilegal de madeira
29/ago/2014 às 15h28
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Pelo fim da lavagem de
madeira na Amazônia.
Chega de madeira ilegal!
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