Junte-se a nós

Chega de madeira ilegal

Sistema Autônomo de Monitoramento

Depois de incansáveis denúncias e nenhuma resposta do governo, os Ka’apor resolveram arriscar suas vidas e fazer a proteção de seu território com as próprias mãos. A partir de 2013, eles passaram a realizar atividades autônomas de monitoramento em defesa da TI Alto Turiaçu.

Reconhecendo o protagonismo e a auto-determinação deste povo, o Greenpeace propôs agregar o uso de tecnologias às ações de proteção do território já existentes. Em agosto de 2015, ativistas do Greenpeace trabalharam com 12 lideranças Ka'apor, moradores da TI, para começar a integrar o uso de armadilhas fotográficas e rastreadores à suas atividades autônomas. Ao fornecer evidências mais contundentes às autoridades, os Ka'apor estão dando uma nova oportunidade para que o governo brasileiro tome uma atitude definitiva, antes que os conflitos se agravem ainda mais.

As câmeras fotográficas são ativadas por sensores de movimento e temperatura, e servem para registrar caminhões invadindo o território indígena e deixando a área carregados com madeira. Já os rastreadores eletrônicos são pequenos dispositivos com GPS que já foram utilizados pelo Greenpeace em outra investigação. Eles permitem monitorar a rota dos caminhões madeireiros, fechando o quebra cabeça entre a origem e o destino dos veículos que transportam a madeira ilegal.

Onde tem índio tem floresta

A situação dos Ka’apor não é uma exceção à regra no descontrole do setor madeireiro. O abandono pelo poder público de áreas que deveriam ser protegidas tem estimulado a ação de todo o tipo de atividade ilegal no bioma amazônico, trazendo altas doses de violência, mortes e destruição.

A superação definitiva do desmatamento e a construção de alternativas viáveis para o desenvolvimento sustentável na Amazônia passam necessariamente pelo fortalecimento da governança e defesa dos direitos dos indígenas e das populações tradicionais, os principais guardiões da biodiversidade amazônica.

O governo precisa fazer para cumprir com seu papel e acabar com o problema de uma vez por todas!
Conheça aqui as demandas dos Ka'apor e do Greenpeace.
  • Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal

    Lançamento da campanha Chega de Madeira Ilegal, com o relatório A Crise Silenciosa da Amazônia. Após pesquisa de dois anos, o Greenpeace expõe as principais fraudes no sistema de controle madeireiro e revela como a madeira ilegal está chegando aos mercados com documentação oficial.

    Protesto na madeireira Pampa Exportações Ltda

    Ativistas do Greenpeace ocupam madeireira nos arredores de Belém (PA), abrindo faixas com mensagens contra a madeira ilegal, para expor a fragilidade do sistema de controle de produtos florestais.

    Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Madeira-ilegal-na-Amazonia-lavou-ficou-legal

  • Protestos contra madeira ilegal da Amazônia ocorrem em vários países

    Nos Estados Unidos, ativistas do Greenpeace bloqueiam a entrada da empresa Lumber Liquidators, no estado de Virgínia, que possui ligações com a extração ilegal de madeira na Amazônia brasileira:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Protesto-nos-EUA-contra-madeira-ilegal-da-Amazonia

    Em Israel, país que utiliza o ipê da Amazônia para deques e pergolados, ativistas abrem faixas com os dizeres:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/protesto-em-israel-contra-madeira-ilegal/blog/49422

    Na França, ativistas embargam simbolicamente um carregamento de madeira brasileira suspeita de ser ilegal, no porto de La Rochelle:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Em-acao-madeira-ilegal-na-Franca

  • Varejista de madeira na Inglaterra retira produtos de origem amazônica das lojas

    Na Inglaterra, a megaempresa Jewson, especializada na venda de madeira e materiais de construção, anuncia que vai retirar temporariamente toda a madeira de origem amazônica de suas mais de 600 lojas:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Varejista-de-madeira-na-Inglaterra-retira-produtos-de-origem-amazonica-das-lojas

  • A Crise silenciosa da Amazônia chega ao congresso brasileiro

    Audiência pública realizada na Comissão de Direitos Humanos do Senado expõe a ligação entre a extração ilegal de madeira e a violência no campo. Senador João Capiberibe compromete-se a apresentar um projeto de lei obrigando os estados a manter a transparência em ações de gestão florestal:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Grito-da-floresta-ecoa-no-Senado

  • Greenpeace lança nova denúncia e revela cadeia de exploração de madeira ilegal operando livremente no oeste do Pará

    Utilizando rastreadores com GPS para monitorar caminhões no Pará, investigação do Greenpeace descobre as rotas de caminhões madeireiros que fazem o trajeto entre as áreas públicas de florestas e as serrarias da região, como a exportadora Rainbow Trading:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Rastreamento-de-caminhoes-revela-destruicao-silenciosa-da-floresta

    SEMA dá início a operação em serrarias e planos de manejo

    Após denúncias, Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) do Pará realiza fiscalização em serrarias no oeste do Pará aplicando uma série de multas e, posteriormente, suspendendo cadastros:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Blog/secretaria-de-meio-ambiente-do-par-apreende-m/blog/51001

  • Investigação do Greenpeace motiva atitudes de empresas

    Empresas da Europa começam a entender a gravidade do problema. A holandesa Stiho afirma que vai parar de comprar da empresa Rainbow Trading, uma das “lavanderias” de madeira ilegal exposta na investigação do Greenpeace:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Investigacao-do-Greenpeace-motiva-mudancas-do-outro-lado-do-Atlantico

  • Greenpeace denuncia carregamento de madeira da Rainbow Traing chegando à Europa

    Um navio carregado com madeira da Amazônia é surpreendido por uma ação de ativistas do Greenpeace no Porto de Roterdã, na Holanda. A madeira a bordo havia sido exportada pela serraria Rainbow Trading, uma das empresas denunciadas por receber e comercializar madeira ilegal: www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Greenpeace-denuncia-carregamento-de-madeira-na-Europa

  • Serraria Rainbow Trading é multada por “lavar” madeira ilegal

    Uma inspeção da Secretaria do Estado de Meio Ambiente (SEMA) do Pará na Rainbow Trading resulta em quatro multas para a empresa, que, mais tarde, tem seu cadastro bloqueado.

  • Autoridades Belgas apreendem carregamentos com madeira brasileira

    Após a ação do Greenpeace, autoridades europeias apreendem seis containers de madeira Amazônica para investigação e consulta às autoridades brasileiras.

  • Greenpeace protesta na frente da Caixa Econômica Federal

    Ativistas do Greenpeace despejam duas toneladas de serragem em frente à sede da Caixa Econômica Federal, em Brasília, para denunciar a conexão do programa Construcard com a exploração ilegal e predatória de madeira na Amazônia:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Construcard-Para-o-programa-ser-legal-a-madeira-nao-pode-ser-ilegal

  • Assinatura de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC)

    Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público Federal é assinado por diversas autoridades estaduais no estado do Pará na tentativa de solucionar o problema da madeira ilegal na Amazônia. Apesar de sinalizar mudanças importantes no sistema de controle de produtos florestais do estado, o TAC, sozinho, não resolve o problema da madeira ilegal, já que seu principal objetivo é forçar as partes envolvidas a cumprir o que já está previsto em lei:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/TAC-da-madeira-ilegal-Um-novo-passo-no-combate-a-destruicao-da-floresta

  • Empresas europeias suspendem negociações com serraria brasileira

    Após denúncias e ações do Greenpeace, 11 empresas suspenderam contratos com a serraria Rainbow Trading na Holanda, França, Suécia, Bélgica e Suíça: www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Empresas-europeias-suspendem-negociacoes-com-serraria-brasileira

  • Europeus continuam protestando contra a madeira ilegal

    Ativistas do Greenpeace colocaram uma tora gigante em frente ao Ministério da Ecologia de Paris, na França, para lembrar o aniversário da EUTR (European Union Timber Regulation), legislação que proíbe a importação de madeira ilegal para o mercado europeu. Em apoio ao protesto, em apenas duas semanas mais de 100 mil europeus enviaram e-mails ao ministro da Ecologia francês pedindo a aplicação consistente da lei:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Europeus-dizem-nao-a-madeira-ilegal-

  • Mais uma vez o tema da madeira ilegal vira pauta no Congresso

    Uma Audiência Pública sobre Desmatamento e Exploração Ilegal de Madeira na Amazônia Legal é realizada no Congresso Nacional, em Brasília, a partir de denúncias feitas pelo Greenpeace a respeito de fraudes e falhas no sistema de controle madeireiro:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Madeira-ilegal-e-os-desafios-da-gestao-ambiental

    Unificação de Sistemas pode trazer mais controle a mercado de madeira

    Durante a Audiência Pública, o IBAMA apresenta o Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Floresta (Sinaflor), que servirá para unificar as informações de todos os estados sobre a origem e legalidade da madeira:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Unificacao-de-Sistemas-pode-trazer-mais-controle-a-mercado-de-madeira-

  • Os protestos continuam, dessa vez em Bruxelas

    Ativistas do Greenpeace realizam em Bruxelas, capital da Bélgica, uma ação para denunciar a fragilidade do país na luta contra o comércio ilegal de madeira e exigir a implementação efetiva da legislação EUTR (Europe Union Timber Regulation), que proíbe a importação de madeira ilegal para o mercado europeu:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/Protesto-na-Belgica-contra-a-madeira-ilegal

  • O caso Santa Efigênia: Nova denúncia do Greenpeace revela mais um caso de fraude e expõe novas empresas

    O Greenpeace expõe mais um caso de fraude em plano de manejo da Amazônia com o relatório A Crise Silenciosa da Amazônia – Licença para lavar: garantida, mostrando novamente graves fraudes no sistema de controle madeireiro no país, que permitem que a madeira ilegal seja comercializada com papéis oficiais. A Agropecuária Santa Efigênia, situada no município de Uruará, no Pará, superestimou a presença de Ipê no inventário florestal da área com o objetivo de gerar créditos excedentes para esquentar madeira ilegal:
    www.greenpeace.org/brasil/pt/Noticias/O-misterioso-caso-da-plantacao-de-Ipe

O povo Ka’apor está na linha de frente do combate ao desmatamento e à destruição causados exploração pela ilegal de madeira. Seu território, a Terra Indígena Alto Turiaçu, localizada ao norte do Maranhão, concentra uma das últimas extensões remanescentes de floresta amazônica do estado. Por conta disto, suas árvores são extremamente cobiçadas por madeireiros que invadem a TI em busca de espécies valiosas.

Essas invasões geram, de um lado, a degradação que destrói as florestas e, de outro, diversas ameaças e violência contra os Ka’apor. Com a omissão das autoridades, seja em relação à proteção desses povos e seus territórios, seja em relação a melhorias no sistema de controle da exploração madeireira na Amazônia, conflitos como estes se agravam a cada dia. Apenas nos últimos quatro anos, quatro lideranças Ka’apor foram assassinadas e 15 atentados de morte foram denunciados por eles. É claro que a floresta também sente o impacto dessa omissão: entre 2007 e 2013, 5.733 hectares de floresta dentro da Alto Turiaçu foram degradados, uma área que equivale a mais de 8 mil campos de futebol. Leia mais no relatório.
Pelo fim da exploração ilegal e predatória na Amazônia!
clique aqui para assinar a petição
Fechar | X
Siga-nos no Facebook Siga-nos no Twitter

DEMANDAS KA'APOR

Para garantir a proteção do povo Ka'apor e de seu território, o governo brasileiro deve imediatamente:

- Instalar postos de vigilância para proteção da Terra Indígena Alto Turiaçu, conforme determinado pela justiça federal em 2014, e impedir a entrada de madeireiros no território Ka’apor, respeitando sua cultura e estrutura própria de organização.

- Mapear, investigar, punir e coibir as ações de agressões e ameaças tanto ao território quanto as lideranças e população Ka’apor, a começar pela investigação da morte de Eusébio Kaapor, antes que mais mortes venham a ocorrer;

- Respeitar a organização e instâncias de decisão do povo Ka’apor ao invés de impor um modelo de gestão, reconhecendo sua estrutura própria de organização;

- Cumprir as leis internacionais e nacionais de proteção ao meio ambiente, respeitando os povos e populações tradicionais e indígenas, consultando-as frequentemente sobre os seus interesses;

DEMANDAS DO GREENPEACE

Para acabar com o problema da extração ilegal de madeira o governo brasileiro deve imediatamente:

- Realizar a revisão imediata de todos os os Planos de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) aprovados na Amazônia desde 2006

- Rever e implementar um sistema de controle mais robusto, transparente e nacionalmente padronizado (incluindo monitoramento e aplicação da lei);

- Elaborar e implementar regras mais rigorosas para análise e aprovação dos PMFS;

- Rever todas as licenças de operação das serrarias e criar um novo sistema para regular sua aprovação e atividade;

- Aumentar a capacidade de ação dos órgãos ambientais estaduais e federais, através de melhorias em infraestrutura e investimento em monitoramento e fiscalização, além da aplicação das devidas penalidades impostas para os condenados por crimes florestais;

- Priorizar o desenvolvimento e a implementação de um plano ambicioso de promoção do manejo florestal comunitário.

- Garantir que a madeira amazônica brasileira seja produzida de forma legal, e que não contribua para o desmatamento, degradação florestal, perda de biodiversidade ou gere impactos sociais negativos.

REGIÃO MARCADA PELA VIOLÊNCIA

Não é de hoje que a região da TI Alto Turiaçu é uma região marcada pelo conflito e pela violência, onde defensores da floresta vivem sob constante ameaça. O pior é que frequentemente essas ameaças resultam na morte de lideranças locais. No caso dos Ka’apor, somente nos últimos quatro anos, quatro índios foram mortos e outros 15 atentados foram sofridos contra suas lideranças. Um exemplo desta grave situação é a morte de Eusébio Ka’apor, uma das lideranças mais ativas no combate ao desmatamento na TI Alto Turiaçu.

Em 26 de abril de 2015 Eusébio foi abordado por pistoleiros e morto com um tiro nas costas. Apesar das evidências do envolvimento de madeireiros, o crime até hoje não foi devidamente investigado, e desde a morte de Eusébio diferentes lideranças Ka’apor têm recebido diversas ameaças. A última delas ocorreu no dia 01 de setembro, de 2015 em que uma das lideranças principais da TI foi abordada e intimidada por um madeireiro em um posto de Gasolina, no município de Maracaçumé - MA. Ações como estas configuram em claras tentativas de interromper as atividades dos indígenas de proteção do território. Esse e outros madeireiros já foram citados em diversos depoimentos, porém nunca foram chamados pelas autoridades locais para prestar esclarecimentos.

A violência não para por aí, os conflitos e ameaças na região não se limitam a indígenas. No dia 25 de agosto de 2015, uma liderança rural da região também foi morta a tiros em uma emboscada. Raimundo Rodrigues era conhecido como um ambientalista que atuava defendendo a floresta e as comunidades. Morador da Reserva Biológica do Gurupi (Rebio Gurupi) Rodrigues era também conselheiro da Rebio.

Essa situação não pode continuar, as autoridades precisam dar um basta na violência!

A Crise Silenciosa da Amazônia: Parceiros do Crime
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/crise_silenciosa_amazonia_parceiros_no_crime.pdf

A Crise Silenciosa da Amazônia: A Invisibilidade dos Ka'apor
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/crise_silenciosa_amazonia_a_invisibilidade_dos_kaapor.pdf

Os Ka'apor: autodeterminação e tecnologia para expor a crise silenciosa da Amazônia
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/sistema_vigilancia_kaapor_ti_alto_turiacu.pdf

A Crise Silenciosa da Amazônia: Licença para lavar madeira garantida
http://greenpeace.org/brasil/Global/brasil/documentos/2015/greenpeace_amazonia_sta_efigenia.pdf

A Crise Silenciosa da Amazônia: Crime na madrugada
http://www.greenpeace.org/brasil/Global/brasil/documentos/2014/greenpeace-exploracao_ilegal_de_madeira_rastreamento_relatorio.pdf

A Crise Silenciosa da Amazônia
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/amazon_silent_crisis.pdf

Controle do setor madeireiro e 5 formas de fraudar o sistema
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/controle_madeireiro_5_formas_fraudar.pdf

Estudo de caso 1
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/virola-jatoba.pdf

Estudo de caso 2
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/vitoria_regia.pdf

Estudo de caso 3
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/ceser_busnello.pdf

Estudo de caso 4
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/violeta_elizabeth_hagmann.pdf

Estudo de caso 5
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/tecniflora.pdf

Estudo de caso 6
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/caixa_economica_federal.pdf

Mercado de Madeira: EUA
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/mercado_madeira_eua.pdf

Mercado de Madeira: Europa
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/mercado_madeira_europa.pdf

Mercado de Madeira: Israel
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/mercado_madeira_israel.pdf

Demandas
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/demandas.pdf

Metodologia
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/metodologia.pdf

Glossário
http://www.amazoncrisis.org/doc/glossario.pdf

Política de Privacidade

Nossa política de privacidade on-line, às vezes, é modificada para atender a eventuais necessidades de reforçá-la. Por favor, verifique esta página periodicamente para saber sobre possíveis mudanças. E, ao utilizar o site, o usuário admite que aceita eventuais alterações na política postadas neste endereço.

O Greenpeace acredita ser fundamental que seu direito à privacidade na internet seja respeitado e nós fazemos tudo o que está ao nosso alcance para assegurá-lo. Essa política inclui todas as páginas que estão hospedadas no endereço www.greenpeace.org.br ou www.greenpeace.org/brasil/.

Isso não se aplica às páginas contidas em sites de outras organizações/instituições que eventualmente possam ter links ou referências em nosso site.

1. Nenhum dado pessoal é coletado em nosso site sem que você o informe, por sua livre e espontânea vontade, por e-mail, participando de alguma de nossas ações virtuais ou ainda pelo preenchimento de nossos formulários de filiação e de cadastramento.

2. A utilização de cookies em nosso site tem a finalidade única e exclusiva de estabelecer estatísticas de acesso, sendo coletados dados sobre provedor de acesso, sistema operacional, navegador (tipo, versão, opções habilitadas e plug-ins instalados), configurações de vídeo (tamanho/resolução e quantidade de cores), data e hora do acesso e páginas vistas. Não captamos informações como endereços de IP ou de e-mail e outros dados pessoais nem instalamos ou ativamos nenhum tipo de programa, vírus, script, trojans ou similares que possam de alguma forma comprometer sua segurança ou invadir sua privacidade. Tais estatísticas têm por propósito conhecer melhor o público que entra no site e aperfeiçoá-lo cada vez mais, de maneira a adequar a visualização e o acesso ao maior número de pessoas possível.

3. As informações coletadas pelos meios acima descritos em hipótese alguma serão vendidas ou compartilhadas com quaisquer outras instituições, empresas ou pessoas. Somente funcionários autorizados do Greenpeace têm acesso a essas informações. Nenhum dado é divulgado, seja em nosso site, seja em nossas publicações, sem que tal possibilidade seja devidamente explicitada no momento de seu fornecimento. Mesmo no caso das seções onde é prevista a divulgação de mensagens, somente o nome e a localidade do remetente são divulgados, não sendo expostos dados como endereços, físico ou de e-mail, ou telefones de contato.

4. Na eventualidade da contratação de agência para distribuição de nosso material, por necessidade ou conveniência, a escolha dela só será feita mediante a garantia de que esta política de privacidade seja devidamente respeitada, além do comprometimento de que as informações fornecidas são de uso único e exclusivo do Greenpeace, não sendo utilizadas em hipótese alguma para outros fins.

5. Não enviamos nenhum tipo de material, seja por e-mail, seja por meios físicos de postagem, sem que você opte por recebê-lo e indique tal opção ao preencher algum de nossos formulários.

6. Sempre damos a opção para que você se descadastre das nossas listas de envio de e-mail.

7. Caso tenha preenchido seus dados pessoais e de contato, aceitando receber ligações de nossa equipe de relacionamento, em qualquer página do Greenpeace Brasil, o usuário pode cancelar sua inscrição entrando em contato com nossa equipe de relacionamento através do email relacionamento@greenpeace.org, colocando como assunto do email o título "Cancelamento Recebimento de Ligação". Para facilitar o atendimento, o usuário deve informar no corpo do email seu nome completo, o endereço de email e número de telefone, que foram informados no momento do cadastro. Caso queira, o usuário pode entrar em contato com nossa equipe através do telefone +55 (11) 3035-1151, de segunda a sexta-feira das 9h00 às 18h00.

8. Você pode solicitar cópia de qualquer informação pessoal que tenhamos a seu respeito a qualquer momento, bem como solicitar a correção ou remoção dessa informação.

9. Nosso formulário de filiação está hospedado em servidor seguro devidamente certificado por entidade reconhecida internacionalmente para tal propósito (veja o certificado). As informações preenchidas são codificadas (criptografadas) para trafegar entre seu computador e o equipamento onde está hospedado o site, não sendo possível sua visualização por outras pessoas. Somente pessoal do Greenpeace estritamente autorizado tem acesso a esses dados.

10. Após a inscrição em nosso formulário de filiação, todo o usuário tem o direito de cancelar sua doação a qualquer momento, entrando em contato com nossa equipe de relacionamento através do email relacionamento@greenpeace.org, colocando como assunto do email o título "Cancelamento Doação". Para facilitar o atendimento, o usuário deve informar no corpo do email seu nome completo, ID de colaborador (caso já tenha recebido) e informações de contato (email e telefone). Caso queira, o usuário pode entrar em contato com nossa equipe através do telefone +55 (11) 3035-1151, de segunda a sexta-feira das 9h00 às 18h00.

11. O Greenpeace respeita o direito de opinião e expressão dos usuários de suas páginas de internet e redes sociais. São vetados, porém, spams e comentários de teor comercial ou ofensivo, bem como divulgações de qualquer natureza não estritamente relacionadas ao tema central em discussão. Tais publicações serão apagadas sem aviso prévio e seus usuários banidos no caso de reincidência da prática.

O Greenpeace segue as regras da Associação Brasileira de Marketing Direto – ABEMD. Conheça-as aqui.