Chega de madeira ilegal

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O desmatamento na Amazônia diminuiu significativamente nos últimos anos. O Brasil dobrou a produção de alimentos e o país figura entre as 10 maiores economias do mundo. Sinal de que está tudo bem e a floresta está salva… SÓ QUE NÃO.
A exploração predatória e ilegal de madeira está destruindo a floresta aos poucos.
A retirada excessiva de árvores fragiliza a mata e pode significar o seu fim. Pior: o sistema oficial que deveria controlar a produção de madeira na Amazônia tem permitido a circulação de madeira com documentação limpa e origem suja.
SAIBA O QUE ESTÁ EM JOGO
A madeira que sai da Amazônia vai para algum lugar. Veja no mapa para saber quem compra essa madeira e de que forma isso acontece. Nem sempre é legal.
O manejo florestal, quando feito de forma correta, pode ser uma alternativa econômica para explorar a floresta de forma sustentável. No entanto, atualmente há um abismo entre o que é efetivamente realizado nos planos de manejo e o que os estudos recentes têm concluído sobre impactos diretos e indiretos da exploração da floresta. Pensando nisso, foi criado um conjunto de boas práticas de extração de produtos madeireiros, focadas mais na capacidade da floresta de se recuperar do que nos aspectos econômicos da exploração. Esses critérios, como o que lista a restrição de colheita de espécies extremamente raras, podem proteger ainda mais a floresta e garantir sua exploração de forma verdadeiramente sustentável.
É possível tirar madeira da floresta sem que ela perca a habilidade de se regenerar. Saiba mais sobre o "bom" manejo florestal (ou como ele sempre deveria ser)
Como funciona o sistema de controle de madeira
ÁREA DE RESERVA LEGAL / MANEJO FLORESTAL
Unidade de produção anual (UPA)
Área de culturas agrícolas e pecuária
Muitas serrarias na Amazônia funcionam como verdadeiras ‘lavanderias’ de madeira de origem criminosa. Ali é assim: entra madeira ilegal, mas sai com documento oficial. Saiba como
5 maneiras de fraudar o sistema
Diante do descontrole que impera sobre a atividade madeireira na Amazônia é praticamente impossível para os consumidores terem certeza de que não estão comprando madeira ilegal. A investigação do Greenpeace encontrou casos que mostram como é fácil fraudar o sistema de controle e comércio de produtos florestais gerando créditos que servem para “lavar” madeira ilegal, dando aparência de legalidade para a madeira que foi extraída ilegalmente. Conheça as cinco principais formas de fraudar o sistema.
Estudos de casos
O mercado de madeira no Brasil e no mundo encoraja a degradação na Amazônia na medida em que empresas não garantem processos de diligência em suas cadeias produtivas, identificando riscos associados à falta de governança que ainda impera na região. Conheça 5 estudos de caso, resultado de dois anos de investigação do Greenpeace sobre o papel da produção madeireira na destruição da Amazônia.
A exploração ilegal de madeira não destrói apenas a floresta. Ela vem de mãos dadas com a violência, agravando os conflitos no campo.
Chega de sangue no chão da floresta!
A descrição do sistema de controle de madeira a seguir refere-se ao estado do Pará, foco da investigação de dois anos do Greenpeace sobre degradação florestal e sua relação com a exploração de madeira. Além de ser o maior produtor e exportador de madeira da Amazônia, é no Pará que está localizado o maior parque industrial da região, com mais de mil empresas madeireiras em operação.
Há dois sistemas de controle na Secretaria de Meio Ambiente do Pará. O primeiro, Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental - SIMLAM. É onde se registram propriedades rurais e empreendimentos com potencial de impacto ambiental.
Para esta investigação, são importantes as propriedades rurais cadastradas no SIMLAM. É com o Cadastro Ambiental Rural - CAR que se pode pedir licenciamento de Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS).
Em resumo, no Simlam é possível obter dados dos PMFS como as Autorizações para Exploração Florestal (AUTEF), o tamanho e a localização exata de onde sairão toras de madeira.
Para operar no Sisflora, uma empresa deve estar devidamente cadastrada no CEPROF (cadastro de exploradores e consumidores de produtos florestais), o que lhe confere um número, como uma espécie de "identidade florestal".
É este número que relaciona quanto de madeira determinada empresa compra e/ou vende. Com esses dados, o Sisflora pode saber se há empresas vendendo mais madeira do que deveriam.
Para a retirada de madeira, empresas devem ter uma autorização para exploração florestal (AUTEF), que é emitido pelo SIMLAM. É este documento que "libera" crédito de transações de madeira dentro do Sisflora. Para toda madeira movimentada, deve haver uma AUTEF a ela atrelada.
O segundo é o Sistema de Comercializacão e Transporte de Produtos Florestais - SISFLORA. Ele funciona como um monitor de crédito e débito de madeira, visando coibir a operação com madeira "sem lastro", em geral ilegal. Não só movimentação de toras são registradas no SISFLORA, mas também de madeira já serrada (vendida das serrarias às indústrias ou a um consumidor final), de subprodutos madeireiros (como o carvão vegetal, usado para produção do aço) e de produtos não-madeireiros (por exemplo, o palmito). SAIBA MAIS
 
 
 
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Estados Unidos
Os Estados Unidos são os principais compradores de madeira do Brasil. Por lá, as espécies tropicais mais valiosas, como o ipê, são encontradas em passarelas e deques de cidades importantes como Nova York. Elas são muito procuradas por sua durabilidade e resistência. Mas o que muitos consumidores não sabem é que, ao comprar a madeira da Amazônia, podem estar financiando a destruição da floresta, além de violar uma lei que condena o comércio de madeira ilegal. A investigação do Greenpeace identificou empresas nos Estados Unidos que podem estar comprando madeira ilegal. Entenda como e conheça quais são essas empresas.

Europa
A Europa é um pilar que sustenta o mercado de madeira na Amazônia, adquirindo um terço da produção. Praticamente metade da madeira exportada pelo estado do Pará vai para o Velho Continente. Estimasse que 78% da madeira é extraída ilegalmente. Os compradores europeus precisam ter certeza de que estão importando madeiras legalmente extraídas. Caso contrário, devem parar de importar. Veja mais.

Israel
Israel se tornou um dos principais importadores de madeira da Amazônia - em 2013, foram importadas cerca de 5 mil toneladas. Cerca de 80% vindas principalmente do Pará e Mato Grosso, onde a área de exploração ilegal de madeira foi estimada em 78% e 54%, respectivamente, entre 2011 e 2012. O Ipê é a espécie mais cobiçada pelos israelenses, utilizado para a construção de deques como os de um famoso passeio público que está sendo reformado em Tel Aviv. Veja algumas das empresas israelenses que estão comprando madeira da Amazônia.
Crise Silenciosa da Amazônia
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/amazon_silent_crisis.pdf

Controle do setor madeireiro e 5 formas de fraudar o sistema
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/controle_madeireiro_5_formas_fraudar.pdf

Estudo de caso 1
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/virola-jatoba.pdf

Estudo de caso 2
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/vitoria_regia.pdf

Estudo de caso 3
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/ceser_busnello.pdf

Estudo de caso 4
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/violeta_elizabeth_hagmann.pdf

Estudo de caso 5
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/tecniflora.pdf

Mercado de Madeira: EUA
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/mercado_madeira_eua.pdf

Mercado de Madeira: Europa
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/mercado_madeira_europa.pdf

Mercado de Madeira: Israel
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/mercado_madeira_israel.pdf

Demandas
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/demandas.pdf

Metodologia
http://chegademadeirailegal.org.br/doc/BR/metodologia.pdf

Glossário
http://www.amazoncrisis.org/doc/glossario.pdf

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